02/12 - Brasília - DF
Rock é Rock Mesmo!
Rayuela Bistrô - 21:00
Ingresso: R$ 5,00

12/12 - Goiânia - GO
Móveis Convida em Goiânia
Centro Cultural Martim Cererê
Abertura dos portões às 19 horas
Ingressos antecipados: 15 reais


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Reflexões Plausíveis II

Marco Pessoa | 23/10/2008 - 12:34

Devo ter entrado no Orkut no primeiro semestre de 2004, nos seus primeiros meses de funcionamento. Ainda era um local equilibrado em relação à origem dos usuários. Ainda havia gente falando inglês, por exemplo, e gente reclamando de conversas em português onde ninguém entendia português - hoje acho que já desistiram de reclamar, e não acompanho mais tanta coisa por lá assim. Já havia um pequeno grupo de pessoas falando de Brasília e o Rock, comunidade que existe até hoje. Comecei a fazer contato, procurando banda. Por alguns dias troquei idéia com Luís, o Speedkills, do que era Mentes Póstumas e hoje é Club Silêncio. Também com a Anabelle, que na época nem era do Lilly Ava Vour, nem do Hello Crazy People, e com quem perdi contato e acabei sendo apresentado depois no meio de uma festa no Landscape - que ainda era na Asa Norte, e que conheci na festa de inauguração.

Mas antes disso, em 2003, a internet, e não o Orkut necessariamente, me fez achar uma banda pra ensaiar, o Janice Doll. Tirando o fato de que a banda tinha como planos cantar em inglês, idéia que não me agradava, ensaiamos bastante e conseguimos fazer alguma coisa juntos. Éramos um power trio muito grunge, muito a ver com o que na época fazia o The Vines, que também não me agradava muito. Em um dos ensaios testamos um segundo guitarrista. Ele também era biólogo, me identifiquei com o cara, talvez fosse possível tirar um pouco a banda desse lado tão grunge, trazendo algo mais power/brit pop, vai saber. Mas ele teve que sair mais cedo do ensaio, tinha show com a banda dele, na qual tocava trombone. "Trombone? Como chama sua banda?"… "Móveis Coloniais de Acaju", respondeu o Xande Bursztyn, e me perguntou se eu conhecia.  Já tinha ouvido falar, sim. O Janice Doll foi selecionado pra um festival, a primeira edição da re-edição do Rolla Pedra. Fomos selecionados, mas já tinha uma viagem marcada no dia do show. A banda arrumou um baterista substituto. As críticas ao show no festival não foram nada boas. Nunca mais dei notícias, e eles nunca mais me procuraram. Recentemente eles fizeram contato com um produtor inglês, gravaram disco, tocaram no Porão do Rock. Vão muito bem.

Em algum momento dessa época, comecei a conhecer pessoas e receber convite pra eventos sociais locais. Já era uma novidade. Numa festa de aniversário vi um dos primeiros shows do que na época tinha o nome de "Watson e o Progresso da Ciência". Hoje a banda se chama só Watson. O lugar nem existe mais, era o Beliskatessen, ou algo assim. Foi a única vez que fui a esse lugar.

Desisti também do Orkut, mas comecei a receber uns e-mails de uma banda interessada em baterista. O primeiro e-mail prometia festas com virgens escandinavas, além de outras regalias. Não dei muita atenção, e o segundo e-mail veio de outro membro da banda, o Rafael, e foi mais centrado. Depois de muito insistirem, acabei topando, e fui encontrar Otto, Karla, e Rafael, no Martinica, café tradicional da pose-cult-cigarro-com-piteira-ou-não brasiliense. Brincadeira, o Martinica é legal. Comecei a ensaiar com a Cabaret Café.

continua no dia 07.11

Uma resposta para “Reflexões Plausíveis II”

  1. Debee disse:

    Args! Eu te odeio!
    ahahhhhh…
    primeiro que vc está um dia atrasado, e segundo pq cabe mto bem você colocar tdo:@
    Orkut é uma benção! Ele torna alguns relacionamentos virtuais, mas ao mesmo tempo os tornam viáveis….

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