Show + faixa para download em breve
Friday, October 23rd, 2009Nos próximos dias vamos divulgar datas para shows ainda este ano, e vamos disponibilizar uma faixa ao vivo do disco Híbrido para download.
Fiquem ligados!


26/12 - Cansei de Ser Cult #53
Velvet Pub - 102 Norte
10 reais - Entrada gratuita até 22h
Contatos para Show - Juliana Cury
velhos[at]velhoseusados.com
61 7813-8291



Nos próximos dias vamos divulgar datas para shows ainda este ano, e vamos disponibilizar uma faixa ao vivo do disco Híbrido para download.
Fiquem ligados!
Quem tem acompanhado nossas postagens no Twitter (se você não tem, é só nos seguir clicando aqui), pôde ver a repercussão de uma de nossas tuitadas, que falava de uma proposta bem simples.
A sugestão é: “Devia haver uma campanha para dar música independente de presente”, do Rafael Escobar, que recentemente comprou dois CD’s do Velhos e Usados – um pra ele, e outro pra dar de presente.
Em dias em que quase ninguém mais compra CD, seu presente acabou sendo original (quem diria que esse dia ia chegar).
A Alê dos Santos, que escreve pra vários blogs musicais, entre eles o “A festa nunca termina”, concordou e adicionou: Pra ela o movimento deveria ser não só esse, mas sim o de se escutar música independente de qualidade: mais gente interessada.
Foi prontamente apoiada por Daniela Firme, cantora e produtora de eventos em Brasília, pela Musimix.
Todo esse papo me lembrou o relato que li essa semana da Malu Aires, organizadora solitária e valente do BH Indie Music, festival mineiro que essa semana fechou a sua terceira edição, que durou 42 dias(!).
Nós participamos do festival no início de setembro, com três shows completamente diferentes um do outro, mas com a avaliação final de que valeu a pena o esforço de tocar em Belo Horizonte.
A proposta de Malu Aires é a de um festival de bandas independentes, feito de forma independente, que conta com o apoio de várias casas de Belo Horizonte para a realização de shows semanais dentro do festival. Dividindo as dezenas de bandas em um punhado de casas por pouco mais de um mês, você tem a possibilidade de realizar vários shows com bandas locais e de fora, povoando a cidade com música independente.
Levando o festival praticamente sozinha, Malu relatou para cada semana de festival, no seu blog, as alegrias, agruras, problemas, e lavou a roupa suja ali mesmo, terminando com um desabafo impressionante de quem, depois de dedicação extenuante de mais de um mês, parece ter falado com o vazio quando o assunto era público, atitude das bandas, ou no fim, o próprio interesse ao qual se referiu a Alê dos Santos. Malu não poupou bandas e seus membros, produtores, coletivos, tudo que faz parte do mundo independente.
Deixo vocês com as palavras da própria Malu (para um relato de cada semana do BH Indie Music leiam o blog do festival clicando aqui), deixando nosso abraço e nosso agradecimento para ela, pela oportunidade de tocarmos pela primeira vez em Belo Horizonte.
“Findamos a penúltima semana.
Ao final da maratona, uma reunião na casa quando já passava das 3 da manhã. Me perguntam se estou me esforçando o suficiente, se estou panfletando na rua, se estou sendo esforçada em pedir ajuda às bandas, se o povo do BH Indie Music, das bandas daqui, não podem fazer mais do que ensaios de luxo.
Desmorono e confesso: eu sou o BH Indie Music. Estou sozinha e faço tudo o que posso, tudo. Até de forma desrespeitosa comigo mesma.
Estava no limite físico, sem dormir, sem comer, sem tempo pra mim e pra minha vida pessoal.Me desculpei pelas constrangedoras lágrimas que minavam e disse que a falta de dinheiro na execução de um projeto tão grande como este festival é empreitada inédita em qualquer lugar do planeta. Que muita coisa mudaria em 2010, porque sem dinheiro no próximo ano, seria uma grande irresponsabilidade mantê-lo. Que às bandas de BH que não compraram este projeto, não servem mais pra ele e que seriam desligadas.
E que se o BH Indie Music se comportasse no futuro como berço e recepção da cena de fora, paciência. Foi o que a cena local quis durante estes últimos 42 dias.
Salvo raras exceções já provadas, procuramos novos parceiros dignos deste trabalho. Gente de música que acredita neste projeto e que vê nele importância para sua própria música. Aos que querem palco fácil no dia e hora que querem tocar e que provaram isso nos últimos dias, sem nenhuma divulgação dos seus shows, nenhuma vontade de mostrar o que estava acontecendo embaixo do próprio nariz e com todas as más atitudes impregnadas em pose, tenham boa jornada sozinhos.
Meu esforço agradece. As casas que vocês deixaram vazias, também. As bandas que vocês mal prestigiaram darão razão à esta postura. E as bandas daqui que trabalharam em dobro pela ausência de vocês, também acham certa a providência.”
Malu Aires (Para o post completo, clique aqui)
Alê Barreto já organizou eventos do porte do Claro que é Rock. Recentemente ele lançou o livro Aprenda a Organizar um Show, na Coleção Produtor Cultural Independente. Este também é o nome do seu blog.
Ele vai estar em Brasília nos dias 9 e 10 de novembro ministrando um curso com o mesmo nome do livro. Nós do Velhos e Usados apostamos na auto-gestão como caminho de produção independente, e se você está nesse meio e no mesmo barco, pode aproveitar a oportunidade do curso.
Leiam aqui a descrição sobre o evento disponível no site Candango.
“O administrador, produtor de conteúdo e produtor cultural independente Alê Barreto estará em Brasília nos dia 09 e 10 de novembro para ministrar o curso Aprenda a Organizar um Show.
O objetivo é ensinar aos participantes como planejar, executar e desmontar um espetáculo musical, assim como desenvolver aspectos da formação do produtor executivo de show, estimular o trabalho do profissional da área de espetáculos musicais e fomentar o conhecimento na área da organização do mercado cultural.
Alê Barreto é conhecido por ter trabalhado na produção executiva de grandes shows como Claro que é Rock, Ibest Rock, Avril Lavigne, Whitesnake e Scorpions. Ele também é autor do livro Aprenda a Organizar um Show e administrador do site Produtor Cultural Independente.
SERVIÇO
Aprenda a Organizar um Show
Data: 9 e 10 de novembro, das 14h às 22h.
Local: Centro de Estudos da UNACOM, SCS Quadra 8, Bloco B50, 4º andar – Edifício Venâncio 2000 (ao lado do Pátio Brasil)
Investimento: R$ 250,00 – Confira preços promocionais para grupos.
Informações: Mirella Malta pelo email mirellamalta@globo.com ou pelo telefone (61) 9273-9002).”

Qual publicação, em um intervalo de quase 40 anos, cobriu grande parte da história da cultura pop em suas páginas?
Em entrevistas muitas vezes históricas, a Rolling Stone americana conta com um conteúdo de arquivo de grande valor para os amantes da música e de cultura geral, passando por política, cinema e televisão.
Acabei de ler o livro Rolling Stone – As Melhores Entrevistas da Revista Rolling Stone. A seleção de entrevistas, editadas por Jann S. Wenner (fundador da revista) e Joe Levy (editor executivo), começa com Pete Townshend em 1968 e termina com Bono Vox em 2005. A lista de entrevistados é grande, e contém a entrevista histórica de Johnn Lennon (1971), a de Kurt Cobain poucos meses antes de cometer suicídio, seguida da de Courtney Love alguns meses após o suicídio de Kurt (ambas de 1994).
Apelando para a curiosidade típica do ser humano em conhecer a intimidade de celebridades, o livro prende facilmente sua atenção a cada entrevista, na medida em que detalhes bem particulares de cada pessoa são revelados aos diversos entrevistadores.
A primeira edição em português lançada pela Larousse só peca, e feio, na tradução e na revisão do texto. Muitas expressões em inglês se perdem na tradução desengonçada. Muitos erros passaram pela revisão, seja de português, seja até de diagramação.

O fim de semana de feriadão foi só alegria cultural.
De surpresa visitei uma exposição no CCBB de Brasília – e olha que fazia tempo que não via uma exposição tão legal por lá – do artista francês Gérard Fromanger. Nunca tinha ouvido falar nele, e fiquei surpreso com suas obras. Pra mim que não sou lá grande conhecedor de conceitos de arte, posso descrever a coisa toda como vetorização feita a mão, desde os anos 60. Gostei bastante, e ficam as imagens como amostra.

A exposição tá rolando até dia 15 de novembro aqui em Brasília.
No domingo fomos assistir o documentário Herbert de Perto.
Pra quem tem banda e mais ainda pra quem é fã de Paralamas, vale muito o ingresso. Dá pra sentir um pouco da idéia no site do filme. Recomendo. Abaixo a imagem do cartaz do filme.

