26/12 - Cansei de Ser Cult #53
Velvet Pub - 102 Norte
10 reais - Entrada gratuita até 22h

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Posts de April, 2009

Você no site – Karine Jost

Thursday, April 9th, 2009

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A Karine Jost tem 16 anos. Pelas contas dela, já esteve em pelo menos 12 shows do Velhos. Isso desde a época que a banda tinha outro nome, impronunciável. Outro dia ela foi entrevistada. Queríamos saber como ela nos conheceu, o que a fazia gostar da nossa música, para dar a palavra a quem nos escuta.

Como você conheceu Velhos e Usados?

Há muito tempo atrás eu fui no show que teve junto com Móveis, no Iesb, mas eu não sabia que era Velhos. Fui descobrindo aos poucos, e depois descobri que o que eu ouvi era ‘O mundo’. Foi em 2006, mas quando eu ouvi a banda naquele dia, eu não sabia que era Velhos. Eu fiquei sabendo muuuito tempo depois, numa seletiva do Móveis Convida, eu acho. Daí a gente foi procurar e tchanan! A gente começou a ouvir e a ir nos shows.

E o que você achou do CD quando ele saiu?

Aah, eu adoro o CD de vocês. Tipo, de verdade. Gosto muito das músicas. E gosto muuuito muito de Trapos, remendos e azul.

No seu last.fm tem muito Paramore e My Chemical Romance. Onde você encaixa o Velhos entre as bandas que você gosta?

Isso é relativo, porque eu gosto muito de muitos tipos de música. Eu gosto de My Chem, Paramore, mas também gosto muito de Mika, Nenhum de Nós, Paulinho Moska. Pra mim são todas músicas que eu gosto muito e que eu gosto sempre de ouvir.

Eu ia perguntar qual sua favorita do Velhos, mas vc já respondeu.

Haha. Eu gosto de Trapos, remendos e azul e muito de Sexo em Poesias, apesar de não estar no CD.

Você consegue explicar o que te faz gostar de Trapos?

(Pausa para escutar a música) Ai, eu gosto do ritmo, da batida; gosto porque ela é mais calma, mais suave; gosto que ela fica mais animada de uma hora pra outra;  gosto da letra, que me lembra algumas coisas de mim, que eu penso de mim e tal. Gosto porque ela é mais instrumental, mais melodia. Eu não sei explicar bem, porque eu gosto muito de música, mas eu (ainda) não entendo muito de música.

Achou Sexo em Poesias muito diferente do que tá no Híbrido?

Achei que ela é um pouco diferente sim, mas não muuuito. Ainda tem o mesmo estilo de vocês. Aliás, acho uma das que tem mais a cara da banda.

Você acha que a banda tem uma cara?

Acho que vocês misturam bastante, mas a banda tem um estilo próprio, um toque em cada música, que deixa as músicas com a ‘cara’ de vocês.

Você acha que isso funciona bem nas versões que a gente faz de músicas de outras pessoas?

Siimm! Assim, dá pra saber que a música é de outra pessoa, mas quando vocês tocam vocês dão um toque mais de vocês. Tem até algumas coisas em ‘O Mundo’, por exemplo, que eu gosto mais da versão de vocês do que da original.

Você tem um show favorito do Velhos?

Eu gostei muito do show do Convida, com Canastra e tal, e do show de lançamento do Híbrido.

Update: Crônica de uma morte anunciada

Sunday, April 5th, 2009

Comprei o livro Appetite for Self-Destruction, lá na Livraria Cultura. Em breve começo a leitura, já que a lista de livros para ler está grande!

Falei sobre o livro nesse post:

http://www.velhoseusados.com/site/143

Do Brainstorm à Poesia parte II

Thursday, April 2nd, 2009

Bebidas
Brigas
Mulheres
Filmes
Trapaças
Falta grana
Romantismo

Ainda dói a surra da noite anterior

Preciso de alguma bebida pra me trair
e distrair meu rancor
Preciso de amor
um amor de verdade
um amor de bêbado

Trago comigo poesias
Troco um troco compro um trago
Tenho uma televisão
Uma geladeira
E minha solidão

Eu preciso voltar
Pro meu mundo escuro
Preciso dormir

E não há ninguém…

Eu preciso voltar
Pro meu canto a beber
Terminar de esquecer
Pra voltar a pensar
Sei lá no que…

alguém sóbrio 
Traga me ilusão

O meu amor não quer voltar
O meu amor bêbado

Estar na minha pele ninguem quer

Eu preciso beber
Pra esquecer a dor 
me traga um trago
Preciso voltar pro bar…
Pra que eu possa fugir
Daqui

Ainda dói
Só de lembrar da surra

 

Chinasky (A tv não me vê)
(Diego Marx) 

Eu preciso voltar
Voltar a beber
Terminar de esquecer
Pr’a ‘tornar’ a pensar
Sei lá no que…

Pra ver além
Tenho ilusões
E trago a minha dor…

Eu tenho a minha dor…
Em meus poemas
Espalhados no chão

E não há mais nada
Além da minha dor…

Eu tenho a minha dor
Tenho a solidão
(virada) tenho o bar

Há quem vir a julgar mas
Estar na minha pele ninguem quer
Nem me ver na TV
Pois o que eu disser poucos irão gostar…