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Posts de February, 2009

Velho Buk

Friday, February 13th, 2009

“No sei quanto s outras pessoas, mas quando me abaixo para colocar os sapatos de manh, penso, Deus Todo-Poderoso, o que mais agora?”

Charles Bukowski

;)

O Curioso Caso de Forrest Button

Wednesday, February 4th, 2009

Ol� pessoas felizes que aparecem por aqui. 2009 come�ou (ou ser� s� depois do Carnaval?) e c� estamos de volta com o blog e tudo mais que internet proporciona. Pois vamos ao que interessa! Hoje vou falar de cinema mais um vez e, aviso logo, se voc� ainda n�o assistiu ao belo filme "O Curioso Caso de Benjamin Button" e n�o quiser SPOILERS, pare AGORA de ler este texto! Parou? Ok. Depois n�o diga que n�o avisei…

Pois bem…

Basicamente � a hist�ria de um garoto com um problema peculiar e dificuldades de andar na inf�ncia, crescendo, com sua m�e extremamente doce e amorosa, em uma casa que sempre tem gente indo e vindo. O garotinho se apaixona por uma linda menina de olhos azuis. Eles se tornam melhores amigos e, assim, o tempo e as mais variadas pessoas passam por sua vida. Ele simplesmente vive sem planejar, aceitando o que as experi�ncias de cada dia lhe proporcionam. A garotinha cresce, faz besteiras, mas um belo dia volta aos bra�os de seu amor. Claro que isso � um resumo r�pido e muito raso de uma linda e profunda hist�ria. O que posso dizer realmente sobre esse filme � simples e direto: belo filme, belo roteiro, belas atua��es, bela dire��o e mais um monte de belas coisas que poderia listar. Sem d�vida vale a pena, mesmo com suas 2h e 40min de dura��o, eu nem senti

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o tempo passar…

Mas o tempo passou. E � justamente disso que trata a pel�cula. O tempo. Como ele passa e transforma as vidas, mesmo em contagem regressiva. Benjamim nasce morrendo, com 80 e poucos anos e, assim, vai rejuvenescendo at� morrer nascendo, bebezinho.

A mensagem que tirei dessa hist�ria, de poesia pura,� Cazuza j� gritava h� mais de 20 anos: o tempo n�o para. N�o para e acaba sendo o mesmo, at� para o cara que fica mais jovem todo dia. Voltar o tempo seria suficiente para mudar as coisas, para sofrer menos (ou mais), para fazer diferente? Creio que n�o. A par�bola do relojoeiro, que faz de sua maior obra um rel�gio que anda para tr�s, para ver se seu filho, que morreu na guerra, volta para casa, mostra bem essa quest�o. O filho n�o volta, o tempo n�o para e Benjamim n�o � muito diferente de todos n�s. Ora, e o que � velhice se n�o uma nova inf�ncia? Benjamim viveu o que a vida lhe trouxe, sem procurar por nada, apenas deixando-se levar pelo pr�ximo acontecimento. N�o precisava se preocupar com a idade, o tempo lhe trazia sa�de e, mesmo assim, quando se viu jovem demais, o mundo permanecia estranho e arredio � sua presen�a. Percebi com esse filme algo j� dito e repetido: a idade � relativa. A personagem que muito jovem desiste de atravessar o Canal da Mancha, vive uma vida longa, casa, envelhece e ent�o percebe que ainda pode realizar o antigo sonho. Cada momento do filme nos lembra como temos sorte, simplesmente por estarmos vivos. N�o fala sobre destino, mas sim que isso em nada importa quando o que interessa � tratar cada dia como um presente. Afinal, o tempo, realmente n�o para, seja indo ou vindo.

Eis que o tempo �, tamb�m, o ponto que me faz colocar "O Curioso Caso de Benjamin Button" em uma categoria pouco abaixo dos grandes cl�ssicos. Vou explicar…

Vendo o filme com minha dign�ssima e linda namorada, comentei, assim que acabou a sess�o: "caramba como esse filme me lembrou Forrest Gump". Pra quem n�o sabe (talvez o mundo inteiro) eu sou grandess�ssimo f� de Forrest Gump. �, com certeza, meu filme n�mero 1. Linda hist�ria, atua��es, roteiro, dire��o etc, etc, etc… Faturou 6 Oscars (filme, ator, diretor, roteiro adaptado, efeitos visuais e montagem) contando a hist�ria de um garoto com um problema peculiar e dificuldades de andar na inf�ncia, crescendo, com sua m�e extremamente doce e amorosa, em uma casa que sempre tem gente indo e vindo. O garotinho se apaixona por uma linda menina de olhos azuis. Eles se tornam melhores amigos e, assim, o tempo e as mais variadas pessoas passam por sua vida. Ele simplesmente vive sem planejar, aceitando o que as experi�ncias de cada dia lhe proporcionam. A garotinha cresce, faz besteiras, mas um belo dia volta aos There’s no need to list all the benefits of the free online slots machine games – just take one peek at the reviews and demos, they speak for themselves. bra�os de seu amor. Claro que isso � um resumo r�pido e muito raso de uma linda e profunda hist�ria.

D�j� Vu?

Cheguei em casa e googliei "Benjamin Button, roteiro". Eis que, ao ler o nome Eric Roth, descubro o que suspeitei sem nem perceber que suspeitava: � o nome do mesmo roteirista de Forrest Gump! Sim, o premiad�ssimo Eric Roth. Um cara que, definitivamente, sabe contar hist�rias. Mas, na minha humilde opini�o, casino online axagerou nas refer�ncias de si mesmo.

Benjamin, em meio � sua linda hist�ria, � quase um novo (ou velho) Forrest. A� voc� diz "Ah, mas ambos s�o roteiros adaptados, ent�o as c�pias (se existirem) foram antes disso tudo". E eu respondo que, tanto o livro Forrest Gump, quanto o conto de Benjamin Button, s�o bem diferentes do que foi contado em suas vers�es cinematogr�ficas. O que os iguala n�o � s� a hist�ria, mas a narrativa.

Fora

a sinopse rasa que escrevi, d� para citar mais alguns pontos parecidos. O narrador em primeira pessoa, a maneira de apresentar certos personagens com historinhas incidentais e engra�adas, o capit�o do barco, debochado e b�bado, o medo do personagem em ter um filho com seu mesmo problema, a solid�o constante (e final), a passagem por fatos hist�ricos. Enfim, Button e Gump s�o personagens que vivem o que cada momento lhes apresenta, conhecem pessoas que simplesmente

passam por suas vidas lhes deixando li��es. Vivem por viver, deixando suas marcas em todos que conhecem (e que os assistem), sem nem perceberem isso.

Mas repito: nada disso faz de "O Curioso Caso de Benjamin Button" um fime ruim. � uma grande obra. Minha cr�tica fica para o excesso de semelhan�as em rela�ao � uma obra que, para mim, � inigual�vel. Creio que se Forrest n�o existisse, ou se Benjamin tivesse sido feito antes,� este seria um cl�ssico

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ainda maior, com detalhes ainda mais incesquec�veis. Mas o tempo nao quis assim, e, no meu universo de mem�ria cinematogr�fica, a compara��o � inevit�vel, deixando o filme do doutor Button abaixo do senhor Gump, em v�rios aspectos. Desde as atua��es, basta ver as

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rea��es de Tom Hanks e Brad Pitt, quando descobrem que tem filhos saud�veis. A emo��o que os personagens de Forrest Gump me passam � mais forte, convincente e real.

E qual o resumo da obra? Ora, vejam os dois! Comprem os dois! E se deliciem com as duas hist�rias que, apesar das semelhan�as, tem suas particularidades, tem li��es diferentes, mas tem o mesmo valor para quem procura viver novas sensa��es ao entrar em uma sala de cinema.