26/12 - Cansei de Ser Cult #53
Velvet Pub - 102 Norte
10 reais - Entrada gratuita até 22h

Contatos para Show - Juliana Cury
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Posts de October, 2008

vibe

Friday, October 10th, 2008

opa!

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MGMT

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to nessa vibe! procura q vale a pena!

Reflexões plausíveis I

Thursday, October 9th, 2008

Forrest Gump é um dos meus filmes favoritos.

A história de Forrest, vista de relance, parece extremamente absurda – e é exagerada em vários pontos, em benefício da criação de um clima cômico. Parando pra pensar na minha própria vida, e nas situações insólitas pelas quais já passei – parece que sem querer – a vida de Forrest deixa de ser um pouco menos improvável, guardadas as devidas proporções.

Me peguei pensando nisso algumas vezes, nos últimos meses, refletindo sobre meus mais de 6 anos em Brasília.

Saí de Fortaleza em 2002, biólogo recém formado, para começar um mestrado na UnB. Larguei minha primeira banda por lá, esperando que de alguma forma, na “capital do rock” (argh), em algum momento encontraria um grupo de pessoas com quem teria afinidades musicais que rendessem bons frutos. Era muita novidade ao mesmo tempo – morar sozinho, novo ambiente acadêmico, novo ambiente de trabalho, novas responsabilidades, novas irresponsabilidades, novos lugares, Brasília inteira era nova, tudo era interessante de se fazer. E em cima disso, a magia inicial de qualquer mudança de cidade: poderia seguir incógnito, ninguém sabia quem eu era.

Por muito tempo fui só espectador da cena musical local. Tentando me encontrar num cenário sem ninguém como guia, a internet foi canal de entrada. Noites Senhor F? Vamos lá! Foi numa dessas que vi uma banda do Rio, começando, parecia – o Leela. No início do show o público estranhou o sotaque carioca e gritou “Kelly Key!” para a vocalista.

Em outra ocasião, um bando de malucos de Goiânia, o MQN.

Tudo isso acontecia no Gate’s, que até então era minha única referência ao rock local, e nesse dia vi um cara sentado lá dentro tomando uma cerveja. Um casal passou do lado dele, e ele cumprimentou a garota como se fossem amigos de longa data – “Opa! Tudo bom? Beleza?”. O cumprimento foi retribuído com uma sobrancelha levantada e um ar de estranhamento. O namorado, irritado, perguntou quem era o cara. Parecia que não era a primeira vez que o desconhecido fazia isso. A moça, impaciente, gritava que não fazia idéia de quem ele era. Beiravam uma discussão. O desconhecido era Fabrício Nobre, vocalista da MQN, dono da Monstro Discos, e que sempre pediu aplausos ao público com o simpático apelo de “bate palma aê seus putos”.

A internet talvez não tenha sido a melhor alternativa, e custei a entender algumas coisas – shows às 5 da tarde que realmente começam às 5 da tarde com moleques de 11 anos na platéia, o que eu tava fazendo ali? eu só queria ver os Autoramas, achei que ia achar alguém pra trocar idéia. Acabei freqüentando sozinho muita roubada, só pra sair de casa e fazer algo que não fiz como queria em Fortaleza – ir a shows de rock, pra conhecer bandas, pra passar o tempo – e quem sabe, arrumar uma banda legal pra mim.

A decepção foi considerável. A capital do rock nem era tão do rock assim, parecia que Goiânia era muito mais. Eu realmente não tinha sorte com isso. Consegui alguns ensaios, nada muito impressionante, ninguém com quem tivesse grande afinidade. Nada rendia nessa área. Considerei largar mão do esforço de procurar e desistir. Havia até uma novidade na rede, que prometia facilitar esse tipo de contato, procurar pessoas, trocar informações, fazer publicidade pessoal. Era o Orkut.

continua no próximo post, dia 22/10

Prescrição cinematográfica para momentos da vida.

Monday, October 6th, 2008

Eis algumas lembranças rápidas que tive pensando situações pontuais de uma vida. São respostas imediatas, por isso o legal para mim é voltar depois e ver o que eu pensava nesse exato minuto. Certamente esqueci vários momentos e obras que mereciam destaque, mas aí vocês me dizem o que está faltando…

Para encarar a vida: Amelie.

Para ser criança: Goonies.

Para aproveitar a adolescência: Ferris Bueller

Para fazer faculdade: Albergue Espanhol.

Para acreditar no amor: O Filho da Noiva.

Para ficar maluco: Clube da Luta.

Para sentir-se uma pessoa má (e gostar): Dogville.

Para chorar: Cinema Paradiso.

Para ver que pode mais: Forrest Gump.

Para aprender a contar estórias: Peixe Grande.

Para ver que valeu a pena: Brilho Eterno.

Para aceitar as mudanças que virão: Adaptação.

Vícios e Vinicius

Wednesday, October 1st, 2008

É… Tenho uma certa suscetibilidade natural para os vícios… sempre acabo me viciando em muitas coisas, músicas, jogos, comidas, bebidas, pessoas… dentre os tais, existem três que são permanentes: chocolates, filmes e videogames.

Não sou muito de assistir filmes repetidos, chocolates repetidos caem bem… (de preferência repetidamente), mas os games eu fico somente nos clássicos.

Sinto que fiquei pra trás nessa geração de games, hoje é tudo muito tecnológico, muitos botões, mouse e teclado sendo usados juntos, e numa velocidade incrível… é… fico com meu Master System.

Na minha infância destaco o vício chamado “Phantasy Star” da Sega. Lembro-me que cheguei a passar 4 dias consecutivos jogando esse jogo (10 horas por dia) pra conseguir “zerar” o bendito.

Já que é pra falar de vicio, farei um Top Addiction dos meus consoles preferidos, (pra galera da Velha Guarda se emocionar):

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Top Addiction Games

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Master System

1 – Phantasy Star

2 – Alex Kid in Miracle World

3 – Double Dragon

4 – Shinobi

5 – Out Run

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Mega Drive

1 – Toe Jam & Earl

2 – Sonic The Hedgehog

3 – Flashback

4 – Golden Axe

5 – Strider

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Super Nintendo

1 – Super Mario World

2 – International Super Star Soccer

3 – Top Gear

4 – Super Mario Kart

5 – Street Figther

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Isso sem contar os jogos de PC, como Phantasmagoria, Full Throttle, Syndicate Wars e outros…

Alguns desses jogos podem ser baixados gratuitamente no site http://www.emuasylum.com/

Quanto aos chocolates… gosto muito de quase todos…

Divirtam-se!