26/12 - Cansei de Ser Cult #53
Velvet Pub - 102 Norte
10 reais - Entrada gratuita até 22h

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Posts de July, 2008

Tramavirtual, Milo Garage e Rayuela

Thursday, July 31st, 2008

Blog, Ativar!!! Após o lançamento ficamos tão ocupados com a quantidade de coisas que estão acontecendo, que acabamos por abandonar o blog. Mas agora, está inaugurada a segunda temporada do blog.

Vamos lá… sobre a gravação do Trama. Juntamente com o resultado do festival Tramavirtual/Peligro veio o convite de gravar um quadro do programa Tramavirtual do canal Multishow, o quadro se chama 12 horas no estúdio. Funciona da seguinte maneira, a gente entra no estúdio às 9 da manhã, e às 9 da noite temos uma música gravada num dos estúdios mais fantásticos do país1 .

A música escolhida foi uma velha composição chamada “Sexo em Poesias”, que na verdade não tocávamos há uns 2 anos, e voltamos a tocar, quando começamos a ensaiar para o show de lançamento. Naturalmente ela recebeu uma reformulação, e ficou um tanto mais trip.

Foi fantástico, o pessoal da Trama é muito bacana! São receptivos e deixaram a gente muito á vontade para que fizéssemos o queríamos com a música. O resultado disso poderá ser conferido em breve na nossa página da Tramavirtual.

O show de São Paulo no Milo Garage foi uma excelente experiência de show fora de casa. Tivemos presenças importantes (Debee e Brenda) que ainda não conheciam a banda pessoalmente. No mais nos divertimos bastante em Sampa.

De volta à Brasília, foi lindo demais o show no Rayuela, foi demais ver a casa cheia e ainda por cima saber que Alegoria ganhou uma coreografia! Demais!!!!

No mais seguimos por aqui… em breve Goiânia…

Beijo no coração de todos!!!

1 – Algumas bandas que já gravaram esse quadro:

www.tramavirtual.com.br/lafusa

www.tramavirtual.com.br/prot(o )

Refletores: Velhos e Usados

Monday, July 28th, 2008
O Milo Garage recebe nesta quinta (24/07) a quarta e penúltima banda vencedora do concurso TramaVirtual/Peligro. O nome da vez é o Velhos e Usados, quinteto brasiliense de indie rock “abrasileirado” (eventualmente, sul-americanizado).

Contrariando o nome, o grupo existe desde 2005 e chegou aos ouvidos do grande público através do festival Trama Universitário, que aconteceu no ano posterior à fundação da banda.

Vencer o concurso TramaVirtual/Peligro mostrou mais uma vez que a internet é a amiga número um da banda. O álbum de estréia, Híbrido, lançado neste ano, foi disponibilizado na íntegra na página da banda na TramaVirtual e teve boa aceitação do público. A curiosidade é que o álbum traz uma versão de “O Mundo”, de André Abujamra, que não pôde ser colocada na rede.

Apesar da influência declarada de Wilco e Queens of The Stone Age (veja matéria publicada em março), o Velhos e Usados retrata bem a sonoridade da música indie brasileira atual, passando por guitarras e timbres que às vezes lembram Los Hermanos e letras em português com uma tendência poética e romântica.

A coluna Refletores continua na semana que vem com o grupo paraense Destruidores de Tóquio, que encerra o clico de shows do concurso TramaVirtual/Peligro na quinta (31/07).

O baterista do Velhos e Usados, Marco Pessoa, falou à TramaVirtual.

Qual foi a sensação de ter sido escolhido no concurso?
Foi uma grande surpresa. A própria presença do Velhos entre os dez finalistas veio de surpresa. Acabamos sabendo por fãs da banda que divulgaram o resultado da semi-final na nossa comunidade no Orkut. Como isso já veio meio atrasado em relação ao tempo de votação, saímos divulgando o máximo possível para que as pessoas soubessem do concurso e pudessem votar. Tudo isso aconteceu durante os preparativos do show de lançamento do nosso álbum em Brasília, uma correria. Quando o resultado saiu, estávamos dando uma entrevista numa rádio de Brasília, demos o resultado ao vivo, foi bem bacana.

Que tipo de show podemos esperar na quinta?
O show vai ter algumas faixas do nosso disco, o Híbrido, numa seleção pra esse tipo de show, pequeno, num lugar pequeno e, se possível, com o público bem próximo da banda. E algumas surpresas também, preparem-se.

Vocês já tocaram no (bem em cima do) chão? Gostam da idéia?
Não que eu lembre, pelo menos não desde que eu entrei na banda. Pelo que conversei com o pessoal, acho que também não. Já tocamos bem próximo do chão, mas nunca literalmente no chão. Achamos a idéia muito boa, exatamente por aproximar a banda do público, por ficar uma coisa mais conectada. Deve ser muito bom.

Por que vale a pena ir ao show e escutar as músicas do novo disco?
Ir ao show vale a pena para que o público de São Paulo conheça nosso trabalho. Com o lançamento do disco na internet, já temos alguns fãs na cidade que querem um show do Velhos já há algum tempo. O concurso veio na hora certa pra nós, nesse sentido. Ter uma primeira chance de tocar na cidade num evento já importante no calendário alternativo de Sampa é crucial pra gente.

E escutar as músicas?
Vale a pena pra que se conheça uma banda nova, com uma gravação de qualidade. Para, quem sabe, se identificar com o som da gente, achar que aquele seu amigo também vai gostar, indicar pra ele e esse amigo pra outra pessoa. E por aí vai. Além do quê as músicas são boas pra cacete.

Como a internet tem ajudado o novo disco?
Permitiu que muita gente baixasse, escutasse nossas músicas, distribuísse nossas MP3′s. E é uma forma de divulgação muito barata para qualquer banda. O retorno é rápido, e o público que busca música nova é sedento, pró-ativo. Gerou uma curiosidade pelo produto final, o disco, com encarte, na caixinha, com faixa que não foi lançada na internet (O Mundo, de André Abujamra). Acho que se o trabalho tem qualidade, a coisa flui.

O que de melhor e pior aconteceu com vocês até o momento?
O melhor, sem dúvida, foi ter nosso CD lançado, com o show de lançamento incluído. Foi emocionante na hora de tocar, de subir no palco. De pior? Nada que eu lembre, vou ficar devendo essa.

O rock de vocês poderia ser feito em outro lugar que não o Brasil?
Até poderia, mas com um português muito ruim. Ou um sotaque diferente, no caso de bandas de países de língua portuguesa.

No caso, isso é bom ou ruim?
Seria pelo menos engraçado. Comecei a imaginar aqui as músicas cantadas com sotaque de Portugal…

Novidades Bacanas

Wednesday, July 23rd, 2008

Depois de uma primeira metade marcada por uma geração perdida (com exceção do Móveis Coloniais de Acaju, mas escreverei sobre eles especificamente adiante), começam a surgir bandas muito interessantes e bem resolvidas musicalmente nesta segunda metade de década.

Duas delas, Velhos e Usados e Gilbertos Come Bacon , me surpreenderam pela personalidade com que estrearam em seus álbuns. As composições e arranjos presentes são de quem realmente têm certeza do que está fazendo e se utiliza de todas suas influências musicais com convicção suficiente para não soar reciclado. E olha que são bandas de estilos em que a mesmice e a falta de imaginação imperam.

A primeira faz um rock de composições com um pé na MPB, seguindo a trilha aberta pelos Los Hermanos, mas as demais influências (do rock nova-iorquino ao rockabilly, passando pelo punk rock pulsante à Clash) dão um contrapeso que, de cara, os livra de ser mera cópia banal e os torna uma das melhores coisas que ouço ou ouvi neste rock nacional recente.

No caso do Gilbertos Come Bacon a situação é até mais difícil. Sua fórmula? Hardcore + ritmos brasileiros + letras desbocadas. Eu sempre achei que seria muito difícil alguma banda seguir esse modelo atualmente e conseguir ser original e autoral. O Gilbertos Come Bacon consegue essa façanha e ainda vai além, com excelentes músicas, arranjos conscientes e precisos, boas letras e tudo muito bem encaixado.

Soube depois que a banda é de Planaltina e fiquei muito feliz, porque desde o início da década existem bandas excelentes nas satélites e entorno, e que raramente chegavam ao público ou apareciam na mídia.

Aqui no blog você encontra o álbum de estréia do Velhos e Usados, Híbrido. Pretendo postar o do Gilbertos come Bacon em breve.

Porão confirma mais 13 atrações e define Seletiva Brasília

Monday, July 7th, 2008

A ONG Porão do Rock anunciou a escolha das 16 bandas que participarão da Seletiva Brasília , a ser realizada nos dias 11 e 12 de julho (sexta e sábado), a partir das 21h, no Gate´s Pub (403 Sul). Serão oito atrações por noite concorrendo a duas vagas, num total de quatro para o festival.

Participarão da seletiva na sexta-feira (11/7) (por ordem alfabética):
Amadeus
Device
Erosion
Faces do Caos
Kanela Seka
Mortaes
Podrera
Scania

Participarão da seletiva no sábado (12/7) (por ordem alfabética):
Black Bulldog
Club Silêncio
Gilbertos Come Bacon
The Pro
Senha Moral
Trampa
Velhos e Usados
Watson

Além disso, a organização do festival confirmou os nomes dos 13 convidados do Distrito Federal para a edição 2008, oito deles inéditos na história do evento. Um outro fará participação especial.

De acordo com a ONG, foram adotados como critérios a trajetória e a relevância dos grupos dentro de seus respectivos estilos priorizando quem já passou por seletivas locais, mas não conseguiu conquistar vaga no Porão.


As oito bandas convidadas ainda inéditas são (por ordem alfabética):
Elffus (Pílulas)
Janicedoll (Pílulas)
Lesto! (Principal)
Moretools (Pílulas)
Rafael Cury & the Booze Bros. (Pílulas)
Sapatos Bicolores (Principal)
Super Stereo Surf (Pílulas)
Vougan (Principal)

A participação especial ficará por conta do projeto Vai Tomaz no Acaju , que reúne o vocalista Gabriel Tomaz, do Autoramas e ex-líder do Little Quail and the Mad Birds, para tocar ao lado do Móveis Coloniais de Acaju.

Outros quatro nomes completam o time de brasilienses convidados, estes já com participações em outras edições do festival:
D.F.C. (Principal)
Lucy and the Popsonics (Principal)
Macakongs 2099 (Principal)
Nancy (Pílulas)

O Supergalo , herdeiro do movimento que deu origem ao Porão do Rock, já tinha sido a primeira atração brasiliense confirmada para a edição 2008.

Lançamento do fim-de-semana

Saturday, July 5th, 2008
Em meio a tanto material histórico, resolvi postar este lançamento sensacional da banda Velhos e Usados. Uma banda rica em influências e que, apesar de nova, esbanja segurança e criatividade nos arranjos e nas composições.
Tudo em Híbrido é tão bem-feito que fica difícil destacar algo, mas o baixista merece uma atenção. As influências, da psicodelia sessentista ao The Strokes, com algumas visitas ao Chico Buarque, estão perfeitamente harmonizadas, equilibradas e executadas com extrema competência profissional e musical.
Trata-se, sem dúvida alguma, de um dos melhores lançamentos recentes do rock nacional. Baixem e guardem o nome desta banda: Velhos e Usados.

Velhos e Usados – Híbrido (Ind. 2008)

01 – Meio Céu
02 – Jeans
03 – Alegoria
04 – Reflexões Voláteis
05 – O Carneiro e o Leão
06 – Multifacetado
07 – Invívido
09 – A Menina dos Olhos da Cor dos Cabelos
10 – A Pequena Colméia de Dinossauros
11 – Trapos, Remendos e Azul