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    Diário de Bordo: Velhos e Usados no Festival Goma

    Marco Pessoa | 02/09/2010 - 23:38

    No último fim de semana fizemos nossa primeira participação no Festival Goma de Música Independente, em Uberlândia, MG.

    Saímos de carro com nosso volumoso equipamento, água, alguns quitutes e muito CD/MP3 pra ouvir nas quase cinco horas de viagem que separam Brasília de Uberlândia. A partida foi por volta das 10 da manhã do sábado dia 28 de agosto. Nosso show seria na mesma noite.

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    O primeiro CD executado na íntegra, já na estrada, foi Figure 8, do Elliott Smith, grande favorito de todos os membros do Velhos. Também teve espaço pro novo disco do Paulinho Moska, entre outras sugestões individuais que tomaram a parte maior da viagem que vai até Catalão, GO. Parada tradicional pro banheiro e pro almoço.

    Depois de Catalão, o trecho menor da viagem até Uberlândia é de pouco mais de uma hora. Chegando em Uberlândia, foi fácil achar o endereço do Hotel usando Google Maps, GPS e uma pequena ajuda local. Rapidinho já estávamos no nosso quarto com credenciais e ligando pra Letícia, do Coletivo Megalozebu de Uberaba, dando uma força ao Coletivo Goma em Uberlândia.

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    Partimos para visitar o Espaço Goma, logo do lado do nosso hotel. Fomos muito bem recebidos por todos, mesmo na correria do início de uma oficina inserida na programação do Festival Goma. A ideia da utilização de um espaço físico por um Coletivo cultural é uma maravilha. O espaço é ponto de encontro, loja, bar, centro cultural com palco para shows, um local multi-uso e base do coletivo.

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    Na vitrine um monte de CD e artesanato:

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    E Diego aumentou sua coleção de bótons:

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    Partimos de lá pro Coliseu Hall, local do show, conferir esquemas de equipamentos e conhecer o lugar também. BNegão tava passando o som na hora. Conhecemos o Ávner, produtor local do Festival, agilizamos tudo e voltamos pro Hotel pra descansar antes do show.

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    Rodízio de pizza antes do show, e partimos pra conferir as bandas de abertura da noite, as locais Perverse e Killer Klowns. As duas foram escolhidas a partir de seletivas pré-festival, e faziam um som bem diferente do resto das atrações da noite: hard rock do mais tradicional.

    Fomos a primeira atração da noite de fora de Uberlândia, e apesar da casa ainda não estar cheia, o feedback foi bem positivo tanto do público quanto da equipe do Festival. Tivemos alguns problemas no início de Carneiro e o Leão, e decidimos recomeçar a música, o que roubou um pouco do nosso tempo. No final, quase não tocamos Jeans, fechando o show, mas o público pediu mais um e a direção de palco liberou, pra nossa alegria. O set foi pequeno: Meio Céu, Alegoria, Carneiro e o Leão, Adaptação, Indivíduo, Egonia e Jeans. Pretendíamos tocar Chinaski mas ela foi eliminada do set logo antes de subirmos no palco.

    Logo depois do show fomos entrevistados pela numerosa equipe de comunicação do festival, que forma o Portal Mídias Integradas Uberlandenses, o Portal MIU. Você pode conferir um trecho da entrevista no vídeo-resumo da terceira noite do festival clicando aqui.

    A noite seguiu com The Hell’s Kitchen Project, de Belo Horizonte, que fez muito bem seu serviço só com baixo, bateria e vocal, sem guitarra. Muito boa proposta, muito bom o som!

    O pessoal da Holger, de SP era muito esperado pelo público do festival e mandou muito bem no seu show, feito pra cantar e pular junto com eles. Show demais, recomendamos! Vão fazer bonito no Planeta Terra, certamente.

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    Os locais do Porcas Borboletas também destruíram. Show intenso e com participação total da platéia. Os caras chegaram de uma turnê recente pela Europa abrindo pra ninguém menos que os Mutantes. Impressionante como conseguem manter um instrumental firme num show tão visualmente intenso que beira a confusão.

    O último show foi do BNegão com Black Sonora. Eu e Diego, depois de um longo papo com os caras do Holger, comemos um cachorro quente e voltamos pro hotel. David e Arthur ficaram pra conferir o festival até o fim.

    Deixamos aqui nosso agradecimento a TODO mundo que trabalhou na organização do Festival Goma. Bianca, Ávner, Letícia, Francesca, que foram as pessoas com as quais tivemos mais contato, Talles Lopes e toda a equipe de comunicação do festival, em especial Bruna Dourado, que nos entrevistou antes e depois do show e tem ajudado muito na divulgação do som do Velhos. A interação entre as bandas foi demais, e esperamos voltar em breve e muitas vezes pra Uberlândia. E Brasília tá de portas abertas pra vocês, em qualquer coisa que pudermos ajudar.

    Tem muito mais foto e vídeo nas mãos dos outros membros da banda, incluindo uma tentativa de clipe pra Adaptação. Vai que conseguimos processar isso tudo em breve e colocamos aqui no site também. Vamos ver…

    2 respostas para “Diário de Bordo: Velhos e Usados no Festival Goma”

    1. Nadine disse:

      Legal meninos!
      Pelo que li, foi uma experiência marcante!
      Beijos e sucesso.

    2. Bruna Dourado disse:

      Ô gente, valeu! Agradeço vocês em nome do MIU, o show foi ótimo, e a entrevista também, espero que voltem mais vezes pra tocar em Uberlândia! (:

      Ah, e achei muito bacana vocês terem feito o diário de bordo!

      Abraço

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