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Marco Pessoa | 23/02/2010 - 9:25

Lendo a Piauí de outubro do ano passado, cheguei a um texto de Mario Vargas Llosa chamado “Em defesa do romance” sobre a importância de obras literárias na vida das pessoas. Me deparei com a seguinte frase:
O romance não começa a existir quando nasce, por obra de um indivíduo; só existe realmente quando é adotado pelos outros e passa a fazer parte da vida social, quando se torna, graças à leitura, experiência partilhada.
Imaginei substituir a palavra “romance” por “música”, e adaptar a frase ao meio musical. Achei que ficaria uma frase bonita, então vamos lá:
A música não começa a existir quando nasce, por obra de um indivíduo; só existe realmente quando é adotada pelos outros e passa a fazer parte da vida social, quando se torna, graças à audição, experiência (com)partilhada.
Legal.
