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    Gravações e afins… Parte III

    Diego Marx | 15/11/2009 - 11:04

    Gravação de baixo, normalmente é a parte mais tranqüila do processo. No nosso caso, um belo Fender do nosso amigo Guga do ADI ligado no pré Universal Audio. Alguns equalizadores e compressores VST e um belo som de baixo já enchia o disco.

    Agora a parte mais deliciosa, pelo menos pra mim: guitarras.

    Ah…  uma ótima gama de guitarras para usar na gravação, tínhamos uma Condor Les Paul, uma Gibson Les Paul, Fender Strato, Fender Jaguar, Epiphone Sheraton, Yamaha Pacífica…eram tantas guitarras que eu nem sabia por onde começar.

    Nos amplificadores, uma réplica de JCM800, um Meteoro Valvulado e o meu preferido Duo Vox, um aplificador brasileiro da década de 70, com um som altamente cristalino, que combinado ao pedal OCD da Fulltone, deram o timbre campeão, utilizado por exemplo na música Jeans.

    Algumas guitarras, diria que 20%, foram gravadas na forma clássica, guitarra – pedal – amp – mic – pré, e em todo o resto o meio digital imperou (na música Meio Céu, todas as guitarras foram gravadas em processadores digitais). Nas guitarras do David quase tudo foi digital, via POD ou via Guitar Rig, e em alguns casos o uso de reamping (quando se pega o sinal já gravado e manda pro amplificador e grava-se novamente) dos mesmos. Usei 3 tipos de microfone para as guitarras, Beta57, MD421 e C1 da Studio Projects.

    O recorde de takes ficou com o solo de Invívido, que foi gravado mais de 100 vezes para conseguir um take realmente bom…

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