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    É… o Indivíduo não passaria no anti-dopping.

    Diego Marx | 30/10/2009 - 9:42

    Ontem, no meio de uma gripe daquelas pesadas, depois de doses cavalares de paracetamol, do tipo que deixam o travesseiro impraticável, meu telefone toca, era do Correio Braziliense, mais precisamente o Pedro Brandt que escreveu a crítica do Híbrido… Eu estava completamente dopado, tal que hoje eu mal lembrava sobre o que conversamos, mas me lembrei de um ponto, contei pra ele a história de uma das músicas novas, a chamada “Indivíduo”.

    Num resumo rápido da história, na crítica do jornal saiu a frase “bem exemplificados em Indivíduo e o Carneiro e o leão (pontos altos do CD)”, quando na verdade o título da música é Invívido. Isso me deixou pensando… e se a música Indivíduo fosse um dos pontos altos de um próximo trabalho? Afinal, ela já teria respaldo antes mesmo de ser concebida.

    E assim foi feita Indivíduo, que na verdade só recebeu o título porque era uma música orfã, pois a letra não tem uma ligação direta com o nome. Mas ainda assim é uma das minhas preferidas da nova fase.

    Indivíduo
    (Diego Marx)

    Eu já sei como gosta…
    Pois moro sob seus pêlos
    Sou sua libido,
    Sua vontade,
    E todo pecado que ainda quer pecar

    (Não negue a vontade de ter meu corpo
    Te violando e dizendo palavrões
    E me morder enquanto derrete em você
    todo pecado que ainda quer pecar)

    Sei que virá enlouquecer aqui…

    Loucos vamos cultuar
    A nossa imperfeição
    Aqui somos só reféns sem
    Nomes, nem promessas
    Só corpos anti-gravitacionais

    (Sem nomes, sem promessas
    Só corpos anti-gravitacionais)

    Sei que virá se perder por aqui…

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