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    Musicoterapia

    rodrigo | 09/04/2008 - 19:04

    Musicoterapia é autilização da música e/ou de seus elementos constituintes – ritmo, melodia e harmonia, por um musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, em um processo destinado a facilitar e promover comunicação, relacionamento, aprendizado, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, a fim de atender as necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas. A musicoterapia busca desenvolver potenciais e/ou restaurar funções do indivíduo para que ele ou ela alcance uma melhor qualidade de vida, através de prevenção, reabilitação ou tratamento. (World Federation of Music Therapy).

    Após a segunda guerra os métodos da musicoterapia foram sistematizados e o primeiro curso universitário de musicoterapia foi criado em 1944 na Michigan State University.

    Desde então, esse tratamento tem sido usado em pacientes com dificuldades motoras, autistas, pacientes com deficiência mental, paralisia cerebral, dificuldades emocionais, pacientes psiquiátricos, gestantes e idosos. Os métodos podem ser receptivos, onde o musicoterapeuta toca as músicas para eles ou, ativos (maioria dos casos), onde os pacientes tocam os instrumentos musicais, cantam, dançam ou realizam as atividades junto com o musicoterapeuta. Os objetivos da produção durante uma sessão de musicoterapia são não-musicais, por isso não é necessário que o paciente possua treinamento musical para que possa participar deste tratamento. Já o musicoterapeuta, devido às habilidades necessárias à condução do processo terapêutico, precisa ter proficiência em diversos instrumentos musicais. Os mais usados são o violão, o piano (ou outros instrumentos com teclado) e instrumentos de percussão. Ultimamente novas formas terapêuticas na área da musicoterapia têm sido desenvolvidas, entre elas, a musicoterapia digital, ou por outras palavras musicoterapia com base nos instrumentos eletrônicos tal como guitarras elétricas, sintetizadores, baterias eletrônicas, etc. Hoje, há no mercado um software que atua no cérebro por meio de ondas sonoras, o I-Doser, que tive a oportunidade de experimentar e sobre o qual falarei no meu próximo post.

    Universidades como UNICAMP e UFG possuem o curso de graduação e pós-graduação em musicoterapia para os interessados.

    Pessoalmente eu acho muito interessante esses tipos de procedimentos utilizados na área da saúde. Acho que a música ajuda o indivíduo a evoluir e sou a favor de que, quem sabe num futuro próximo, a iniciação musical seja uma matéria obrigatória nas escolas.

    Maiores informações: http://www.sitesnobrasil.com/categorias/artesecultura/musica/musicoterapia.htm

    Uma resposta para “Musicoterapia”

    1. cremilda disse:

      Concordo com o dr. aí..; )

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